sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Cash in Flowers faz acústico no Clube do Vinil



O músico Nelson Cancini mal chegou em Maringá para passar as férias e já está rodando os palcos da cidade com o Cash in Flowers. A banda já fez um show essa semana e tocará novamente – em versão duo acústico - na 20ª Feira do Clube do Vinil de Maringá (CVM), no Mercadão Municipal de Maringá, no próximo domingo (15).
O evento acontece entre 9h e 15h, com entrada gratuita, e apresentação está marcada para o começo da tarde após o encerramento da agenda cultural do Mercadão na praça de eventos. O show do Cash in Flowers terá Nelson Cancini e Maycon Milani com voz e violão  e acontecerá no espaço da feira de discos, no fim do corredor principal, em frente ao bar Holy Hops – Tap Station. Vale ressaltar que após um certo horário à tarde a entrada principal do Mercadão pela avenida fecha e fica aberta somente a entrada lateral no Calçadão pelos restaurantes.
Cancini mora em Londres atualmente onde canta na banda Chasing Ghosts. Mesmo em outro país ele mantém o Cash in Flowers em atividade, com a banda já tendo músicas novas e com planejamento de lançar um disco. Saiba mais sobre a feira de discos do CVM .
Foto: Andye Iore

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Zombilly encerra o ano com festa punk


Será realizado no próximo domingo (18) o último evento do ano do Projeto Zombilly. A Festa Punk no Crowbar terá as bandas Droogies (foto abaixo, de Londrina), Fossa Punk (de Maringá) e A Família Monstro (de Maringá). As três de punk rock, em vertentes diferentes. O bar fica na avenida São Paulo, 330, abre às 16h, com entrada gratuita. Antes de ir pro bar, vale dar uma passada na XIX Feira do Clube do Vinil de Maringá, no Shopping Cidade Maringá. O evento acontece no sábado (entre 10h e 20h) e no domingo (entre 14h e 18h), também com entrada gratuita.

BANDAS – A Droogies foi formada em 2002 em Londrina, numa mistura de punk, hard core e hard rock. As letras falam sobre situações urbanas de Londrina, como ruas sujas, violência e sexualidade. A banda tem dois EPs lançados e está compondo material novo para gravar um disco. Eles já tocaram com importantes bandas como CJ Ramone (USA), Coffin Lids (USA), Cólera, Ratos de Porão e Lobotomia.
- A Fossa Punk foi formada em 2015 com amigos de Maringá e Sarandi. O trio tem influência de street punk e segmentos diferentes do punk rock, de Cock Sparrer a Ratos de Porão e se prepara para gravar um disco.
- A Família Monstro foi formada em 2015, com influências de horror punk como MIsfits, Zumbis do Espaço e Blitzkids. A banda já tem um single e prepara o lançamento do primeiro disco.

Agradecemos o apoio e colaboração do Crowbar, Hurricane Skates, Fábio Alencar, Benê Tattoo, Clube do Vinil de Maringá e aos veículos que divulgam os eventos e quem ajuda de alguma forma.
- Confira o site do Droogies .
- Confira a página d´A Família Monstro .
- Confira a página da Fossa Punk .




Foto: Divulgação

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Zombilly faz exposição sobre bandas de Londrina



Será realizada no próximo final de semana (10 e 11) uma exposição fotográfica sobre bandas de Londrina. O evento acontece no SESC Cadeião Cultural, em Londrina, dentro da programação cultural de aniversário de dois anos da unidade e de 82 anos da cidade.
O jornalista Andye Iore selecionou 13 fotos de bandas da cidade de épocas e estilos diferentes. Estão na exposição Billys Bastardos, Wood Surfers, Crazy Horses, Killing Chainsaw/Rodrigo Guedes, Londrina Ska Club, Mary Lee, Maníaticos do Reverb, The Brown Vampire Catz, Fat Black Pack, B-Benders, Outlaw Habits, Malcriados e do produtor cultural Bufunfa que já tocou em diversas bandas.
Vale ressaltar que a foto do Crazy Horses feita no festival curitibano Psycho Carnival, foi usada em reportagem de jornal em Londrina. E a do Killing Chainsaw que apesar de ser formada em Piracicaba, o guitarrista Rodrigo Guedes mora em Londrina, e voltou a tocar com a banda esse ano. A foto foi feita no bar londrinense Gran Mausoleo e usada em documentário sobre o rock brasileiro.
HISTÓRIA – Andye Iore começou a fotografar com uma câmera de plástico da Kodak no final da década de 1980. Foi se intrometendo na frente do palco e fazendo fotos para seu fanzine The Wild Side e depois para o site do Projeto Zombilly. Aos poucos foi trocando de equipamento até chegar numa Canon EOS 60D.  Mas ainda usa a analógica russa Zenit e várias lomos.
As fotografias de Andye Iore já participaram de exposições em Maringá, Londrina, Curitiba, Paraíso do Norte, São Paulo, Campinas e Salvador (BA). O acervo de Andye Iore tem muito mais, com outras bandas, que ficam para uma próxima exposição. O evento do SESC nesse final de semana conta ainda com feira de discos de vinil e shows gratuitos. Confira o evento no Facebook .
 

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Noivos fazem casamento roqueiro em Maringá


Fazer pedidos de casamento inusitados é bem comum por aí. Mas são poucos os que se arriscam na cerimônia de casamento. Não foi o que aconteceu em Maringá no último sábado (3). Os noivos Fábio Billy, 31 anos, e Valéria Silva, 30 anos, se casaram numa cerimônia e festa rock´n´roll, na Estância Encanto, na BR-376.
Fábio & Valéria estão juntos há três anos e frequentam os bares roqueiros da cidade. "Juntamos o dinheiro por um ano pensando nesse casamento e na festa", lembra Fábio Billy, que se casou de tênis, calça preta, camisa, gravata borboleta e suspensório. "Conseguimos quebrar as regras dos casamentos tradicionais e deu tudo certo, sem frescura".
Ele escolheu os padrinhos e ela as madrinhas entre seus respectivos grupos de amizade. O figurino combinado era roupa preta com detalhes em vermelho. Noivos, padrinhos, madrinhas e a maioria dos convidados frequentadores dos shows de rock em Maringá e região. Até parecia que o traje social é que ia contra as convenções da sociedade. Tinha topetes, moicano, cabelos coloridos, bigodes estilizados, longas barbas, coturnos, camisetas de bandas, cintos com tachas, bottons e muita (mas muita mesmo) tatuagem à mostra.
E a trilha sonora ajudou no clima descontraído. O noivo entrou ao som de Johnny Cash e a noiva ao som de Metallica. E a festa teve Ramones, Rancid, The Clash, Elvis Presley, Neil Young, entre outros. E acabou na madrugada descambando no funk pop com todos se divertindo. E, claro, como em todo casamento, o momento do "sim" dos noivos foi bem emotivo, levando muitos dos aproximadamente 300 convidados às lágrimas.




Fotos: Andye Iore

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

A arte na tragédia



Jornais de diferentes estados brasileiros publicaram hoje edições especiais sobre a tragédia da queda do avião com jogadores da Chapecoense. Como é comum em situações como essa, os jornais usaram a criatividade e exploraram os elementos gráficos e a semiótica na diagramação da capa (imagens acima). As capas especiais foram em jornais esportivos e nos de factual também.
Vale ressaltar que as homenagens aconteceram até em outros segmentos diferentes do futebol. Como na rodada de ontem da NBA nos Estados Unidos.

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Mundo Livre dá exemplo na produção de eventos


Foi realizada no último sábado (19) a quarta edição do Mundo em Movimento, em Maringá. O evento cultural feito pela radio Mundo Livre FM 102,5 aconteceu na Unifamma com uma ampla programação. Teve show com as bandas Terra Celta, Ritmostato e Kicking Bullets. Mais feira de discos do Clube do Vinil de Maringá, adoção de animais, bazar cultural com roupas, decoração, acessórios, jogos de tabuleiro, entre outros. Artistas desenhando no local, fazendo painel com fita adesiva. E também atividades esportivas e praça de alimentação com food trucks e cerveja artesanal.

Mais uma vez a Mundo Livre faz evento gratuito e valorizando os artistas locais. Vale a reflexão enquanto há rádios fazendo eventos com cobrança de ingresso – caro – com o lixo cultural como sertanejos inexpressivos dentro do próprio gênero. E outras anunciando como “o maior festival sertanejo”... todo mês tem um maior festival sertanejo em alguma cidade do Brasil.
Ou seja, qualquer dupla ou cantor que se colocar no lineup, o resultado é  o mesmo porque o público vai esquecer o que aconteceu logo em seguida. O pior é que quando essas rádios tentam fazer um evento com teor cultural, acabam no fiasco justamente porque só tem o perfil comercial e na produção pessoas que não participam ou acompanham o cenário cultural da cidade.

A Mundo Livre além do lado comercial que toda rádio tem, pois precisa de publicidade para se manter, também oferece para a comunidade eventos culturais gratuitos, faz ações sociais e campanhas contra preconceitos. O resultado é uma identificação com o público e comunidade que participa dos eventos da rádio, independente das atrações ou dos apelos comerciais. 


Fotos: Andye Iore

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Shows do Zombilly voltam em grande estilo


O Projeto Zombilly realizou o primeiro evento com shows de 2016 na última terça-feira (15). O evento no Crowbar, em Maringá, reuniu as bandas Wood Surfers (de Londrina), Fossa Punk (de Maringá) e Turbulence (de Maringá). E teve ainda bazar cultural, hambúrguer artesanal e promoção de chopp.
Um grande fluxo de pessoas passou pelo bar durante a tarde e noite garantindo a animação da festa. E vale ressaltar o interesse do público nas bandas undeground. Sem banda cover, sem banda com som comercial para “chamar” público como é comum em outros bares da cidade. Tivemos rock barulhento, tosqueira e honesto.
O Zombilly deu uma pausa nos shows esse ano para se dedicar mais à feira do Clube do Vinil de Maringá. Foi o ano com menos shows desde quando o projeto cultural foi criado em 2007. Mas os pedidos do público para a volta dos shows foi grande. Até que a parceria com o Crowbar foi ampliada, além da realização do bazar cultural com a fera de discos, que vai para a sua quinta edição.

VOCÊ MESMO - Vale ressaltar o caráter colaborativo dos shows, no melhor estilo “do it yourself”. Bandas e amigos ajudaram na realização do evento, com divulgação e equipamentos. Tudo ficou melhor ainda com a entrada gratuita, sem cobrança de couvert ou consumação. Mesmo assim, o bar teve um grande movimento com venda de seus produtos e a promoção de chopp.
Agradecemos a quem foi, os expositores, o apoio da Hurricane, Benê Tattoo, escola de música Fábio Alencar, Alvim´s Burg e Clube do Vinil de Maringá. E, claro, à equipe do Crowbar que sempre nos recebeu muito bem.
Em breve tem mais!


Fotos e vídeo: Andye Iore

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Morre Leonard Cohen



Morreu hoje (10) o poeta e músico canadense Leonard Cohen. Ele estava com 82 anos e a causa da morte não foi divulgada. Curiosamente, ele lançou um disco no final de outubro. Assim como David Bowie, morreu logo após lançar um álbum.
Cohen nasceu a 21 de setembro de 1934, em Westmount, Canadá, e é um dos mais influentes músicos da história, tendo fãs em diferentes gêneros musicais. Artistas e bandas como Sisters of Mercy, Neil Young, Nick Cave, Echo & The Bunnymen, Nirvana, Pixeis, Jesus & Mary Chain, entre outros, tiveram influência de Leonard Cohen.

Ele gravou o primeiro disco em 1967, começando com canções folk e no decorrer dos anos foi focando mais sofisticado, fazendo uma mistura de rock, pop, jazz e uma sonoridade melancólica. Cohen lançou 14 discos de estúdio, mais de 30 coletâneas e recebeu diversos prêmios, seja pela música ou pela literatura.
Várias músicas foram temas de filmes, assim como ele foi tema de documentários.  Destacando as músicas "Hallelujah", “First We Take Manhattan”, “Who by fire”, “Suzanne”, "I'm Your Man", “So Long, Marianne”, “Tower of song”, entre tantas outras. Em 2002 o filme “Looking for Leonard” fez uma bela homenagem ao artista. Sem usar músicas dele por questões de direitos autorais, o filme coloca uma personagem andando por Montreal recitando trechos das obras de Cohen. O filme chegou a ser exibido no circuito alternativo no Brasil.

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Feriado tem surf music e punk no Zombilly em Maringá


De tanto nossos amigos pedirem, os shows no Projeto Zombilly estão de volta. O palco será o Crowbar (avenida São Paulo, 330, no centro de Maringá). As bandas serão Wood Surfers (surf music, de Londrina), Fossa Punk (street punk, de Maringá) e Turbulence (punk metal, de Maringá).
A festa será no dia 15 de novembro de 2016, feriado da Proclamação da República, com entrada gratuita. O bar abre às 16h, a primeira banda toca às 18h30. Haverá feira cultural com discos de vinil, camisetas, artesanato e decoração. Pra ficar mais bacana ainda o Crowbar fará promoção de chopp no dia.
BANDAS
- Wood Surfers - formada em 2013 reunindo músicos experientes (foto abaixo) da cena londrinense. O baterista Billy Monster (ex-Kozmic Gorillas e B-Benders), a baixista Isis Carolina (ex-Freak Phantom) e o guitarrista Marcão Pelisson (d´Os Vitais). As influências vão dos clássicos Dick Dale, The Ventures e Link Wray até os contemporâneos Los Straijackts, Surf Coasters. A banda tem repertório com músicas próprias que serão gravadas em breve no primeiro disco e versões de clássicos da surf music.
- Fossa Punk – banda de street punk com amigos de Maringá e Sarandi. O trio tem influência de segmentos diferentes do punk rock, de Cock Sparrer a Ratos de Porão e se prepara para gravar um disco.  Conheça aqui. 
- Turbulence - formada por Maka (bateria), Leonardo Antunes (baixo) e Thiago Barth (baixo). O trio é uma das bandas mais novas da cidade e tem influências de Discharge, Anti Cimex, Venon e Motorhead.
APOIO: Escola de Música Fabio Alencar, Benê Tattoo, Hurricane Skates, Clube do Vinil de Maringá.

terça-feira, 8 de novembro de 2016

Fossa Punk renova a tradição do underground em Maringá


Maringá tem tradição em ter boas bandas de punk rock, com pessoas que levam o lema “do it yourself” ao pé da letra. A mais nova no segmento já começa a chamar a atenção com os shows que tem feito.
A Fossa Punk foi formada no final do ano passado, reunindo amigos de Maringá e Sarandi. Eles ensaiaram bastante e tem agora um repertório com 12 músicas próprias mais algumas versões de clássicos punks. Eles se preparam para entrar em estúdio e gravar no começo de 2017.
O trio tem músicos com experiência no underground de Maringá. Digo Cabrel já passou pelo Punkreas e Desgraceria, Daniel Dandan pelo Punkderm e Desgraceria e Tito tocou na Duffins.
O som tem influência de bandas punks de segmentos diferentes, indo de Cock Sparrer até Ratos de Porão. As letras em português abordam o descaso da sociedade em relação à periferia e as consequencias disso. Como uma referência a Maringá, onde os políticos se gabam de divulgar que não há favela, mas é uma cidade com muitas diferenças e injustiças sociais.
FOSSA PUNK
Tito - Guitarra e vocal
Digo Cabrel - Baixo e vocal
Daniel Dandan - Bateria

CONTATO
Email: digocabrel@gmail.com 
Fone: (44) 99441080
Facebook: @fossapunk






Texto, fotos e vídeo: Andye Iore

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

“Glitch” deixa de lado clichês da mitologia zumbi


O sucesso de “The walking dead” criou uma onda de filmes e series sobre zumbis. O que era antes um cult restrito ao público alternativo, virou mania em todo o mundo. E, claro, surgiram muitas obras ruins, explorando clichês e modificando a mitologia zumbi.
Até que o Netflix lançou na semana passada a serie “Glitch”. São seis episódios que foram exibidos na televisão da Australia em 2015. O canal da internet já garantiu a produção da segunda temporada que será exibida no próximo ano.
A história mostra que seis mortos saem das sepulturas no cemitério da pequena cidade de Yoorana, no interior da Australia. Aos poucos se descobre que eles têm alguma ligação, seja com crimes, seja na maneira como morreram. Mesmo que tenha sido em décadas diferentes. A base da narrativa é a tentativa do xerife e da médica da cidade em esconder da população e autoridades os seis ex-mortos. Tudo piora, quando algum habitante da cidade morre e volta aparentemente maligno, indo atrás dos zumbis, que tentam interagir com a população local tentando resolver pendências do passado.

Em “Glitch” não há ataques de zumbis com cenas gore desnecessárias. E nem a população apavorada por uma suposta epidemia. E sim seis ex-mortos confusos que saem aparentemente saudáveis de suas tumbas e tentam se lembrar do passado e o que aconteceu no fenômeno que fez eles voltarem a viver. Para piorar, existe um perímetro onde eles podem circular. Ao tentarem sair da cidade, eles começam a passar mal e podem se desintegrar. Como acontece com um deles logo no primeiro episódio.
E cada um desses seis “zumbis” tem características diferentes, o que garante reviravoltas na trama. E também dá o ritmo lento da narrativa explorando o background de cada um. Há sequencias com eles tentando se vingar de rivais do passado, outros resolvem pendências com familiares e até os que tentam rever seus pares amorosos. A serie também aborda o preconceito racial - no caso com os aborígenes – e o fanatismo religioso.
A primeira temporada de “Glitch” tem seis episódios que já estão disponíveis no Netflix. A serie não é grande coisa. Mas ao menos mostra um aspecto diferente da mitologia zumbi... e não tem zumbis correndo como o Usain Bolt.
Veja o trailer de “Glitch” .

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Kozmic Gorillas apresenta música nova


A banda curitibana de surf music Kozmic Gorillas está com novo repertório. O trio ensaia o set list com novas músicas após a entrada do baterista André Santos (do Repudiyo) substituindo Matheus Moro em julho. Uma das novidades é “Red wave” (vídeo) que o Projeto Zombilly filmou num ensaio no último final de  semana em Curitiba. A nova canção mostra que Márcio Tadeu segue como compositor de mão cheia.
O guitarrista Márcio Tadeu reformulou a banda no final do ano passado após passar uma temporada em Londrina e voltar para Curitiba.  No baixo está Raphael Gorny (do Joanetes e Macedonia). O entrosamento do trio está bom com a banda tocando em bares curitibanos com essa formação.
O Kozmic Gorillas foi formado em 1999 e já lançou dois discos: “Conquering the space” (2001) e “Gorilla´s Curse” (2003). Nos ensaios recentes a banda reformulou os arranjos de sons antigos e também já fez novas composições, com expectativa para lançar um disco novo. O Kozmic Gorillas já tocou no Projeto Zombilly e é uma presença constante nos track lists do programa Zombilly no Radio.


Video e foto: Andye Iore

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Bar Caos fecha em São Paulo


Foi divulgado hoje na internet o fechamento do bar Caos, em São Paulo. É mais um bar bacana na rua Augusta que não resiste encerra as atividades. Mas, dessa vez a situação é um pouco diferente, já que no comando do estabelecimento está José Tibiriçá, o Tibira, com ampla experiência em agitos culturais e na noite paulistana. “Teremos novidades em breve”, comentou sem entrar em detalhes sobre mais um projeto que deve chegar em breve.
Eu discotequei (à esquerda na imagem) no Caos numa festa em 12 de abril de 2014, fazendo um set de garage, surf music e rockabilly. E sempre que possível em minhas viagens dava uma passada no bar pra tomar uma cerveja.
O Caos  foi inaugurado em 2011 e era uma loja de antiguidades durante o dia, com uma infinidade de objetos pendurados nas paredes e no teto, e à noite funcionava como bar. Teve tanta repercussão e atraiu tanta a atenção que virou uma serie televisiva no History Channel. O programa mostrava as negociações com colecionadores e vendedores de veículos, peças de decoração, action figures, entre outros. Além de abordar as cultura relacionadas ao bar, como pin ups, kustom, rock, entre outros.
Fotos: Projeto Zombilly

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

"London town" mostra o The Clash centrado em Joe Strummer


Estreia na próxima semana em circuito mundial o filme “London town”, sobre a banda The Clash. A história fala sobre o grupo punk através de uma técnica de cinema onde uma outra história paralela aborda outro tema. No caso, um menino é apresentado  uma banda punk e isso muda a vida do garoto, que é vítima de bullying na escola. O filme tem músicas do The Clash, Stiff Little Fingers, Toots & The Maytals, Ramones e Buzzcocks na trilha sonora e tem atores interpretando personagens da cena punk londrina no final da década de 1970. Assim como tem várias cenas em shows, bares, festivais e loja de discos.
Entre os atores, o irlandês Jonathan Rhys Meyers como o guitarrista e vocalista Joe Strummer. Essa é a terceira personagem roqueira que o ator interpreta. Antes já havia feito foi Elvis Presley numa série televisiva em 2005. E um dos principais papeis de sua carreira, Brian Slade no filme “Velvet Goldmine” (de 1998), onde sua personagem era uma mistura de Iggy Pop, David Bowie, Marc Bolan e Lou Reed, em referencia ao glam rock na década de 1970.
Como alguns dos ícones mostrados no enredo não deram autorização para que suas imagens e músicas fossem usadas em “Velvet Goldmine”, o diretor Todd Haynes (de “Não Estou Lá”, de 2007) acabou criando um híbrido roqueiro afetado. O que acabou sendo um dos melhores filmes sobre rock já feitos no cinema.
Meyers é daqueles atores que andam entre o maisntream e o meio alternativo, podendo escolher filmes sem apelo comercial, sem que isso prejudique sua carreira. Ele já trabalhou em 50 obras entre filmes e series de TV, entre elas “Match Point” (de Woody Allen, 2005), “Stonewall” (de Roland Emmerich, 2015), as series “Vikinks”, “The Tudors” e “Drakula”, entre outros. O talento do ator não é só na atuação, mas também na música. Ele canta as músicas do The Clash em várias cenas, assim como foi em “Velvet Goldmine”.
O filme “London town” tem 1h32, é dirigido pelo alemão Derrick Borte (de “Amor por Contrato”, de 2009), e ainda não tem estreia prevista no Brasil. Vale ressaltar que esse tipo de filme tem muitos fãs, mas não costuma fazer sucesso comercial. Assim foi com outras duas obras parecidas abordando outros ícones punks: “Sid and Nancy” (de 1986), sobre Sid Vicious e os Sex Pistols, e “CBGB” (de 2013) abordando a cena punk de Nova York, mostrando Debbie Harry e o Blondie, entre outros. Veja o trailer de "London town".

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Barbearia une a comodidade moderna com o retrô


Já está atendendo em Maringá (a aproximadamente 70km de Cianorte) a The Factory Barbearia. A nova opção para os homens da região que querem dar um trato no visual – barba e cabelo – alia a cultura retrô a comodidade contemporânea, destacando o bom atendimento e satisfação do cliente.

A Factory trabalha com atendimento pré-agendado pelo telefone ou Facebook, num sistema relacionado com a pressa da rotina diária das pessoas hoje. “Somos especializados nos cortes clássicos”, explica o proprietário Clériston “Gótico” Teixeira, 41 anos. “Indo do corte social aos cortes modernos. Somos contemporâneos, mas adoramos referenciar nossas origens nas décadas entre 1930 e 1950”.

A iniciativa de abrir uma barbearia veio no complemento de atividades relacionadas à cultura musical como o rockabilly e o kustom das motos e carros antigos. Gótico já tocou baixo acústico (aquele instrumento no formato de violancelo, característico das bandas clássicas de rockabilly), tem uma Harley Davidson HD 883 e faz parte do Overkill MotoClube. “Decidi unir o que eu gosto com o trabalho, já que sempre tive dificuldade de encontrar barbeiros para cortar meu cabelo dentro do estilo que gosto”, justifica.

ESTILO – A barbearia oferece um espaço cultural aos clientes disponibilizando wi-fi, decoração com motivos retrôs, livros sobre música e cinema para quem espera ser atendido, venda de acessórios como pomadas para modelar o cabelo, refrigerante e cerveja artesanal. E, claro, música ambiente com muito rockabilly clássico nas caixas de som.

A Factory Barbearia fica na rua Neo Alves Martins, 595, na Vila Operária, em Maringá, e conta com estacionamento em frente. O telefone é (44) 3269-8524. O horário de atendimento é entre terça-feira e sábado, entre 9h e 19h. Confira a página no Facebook ,

Fotos: Andye Iore

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Casa das Máquinas toca música nova em Maringá


Os roqueiros terão a oportunidade de ver e ouvir no próximo sábado (13) em Maringá uma importante parte da história do rock brasileiro. Isso porque a banda Casa das Máquinas (foto) é headliner na quinta edição do festival Maringá Rock, organizado pelo Esquema Rock Livre. O evento no Armazén Bar começa às 16h e tem ainda sete bandas maringaenses e mais feira de discos do Clube do Vinil de Maringá, food truck, bazar cultural e barbearia.
O Casa das Máquinas foi formado em 1973 e ainda segue tocando seu classic rock entre o progressivo e o hard. A banda deu uma pausa na década de 1980 e há dez anos faz shows regulares pelo país.
O grupo também se preparar para lançar um disco novo no final do ano. Quem for ao show em Maringá terá a oportunidade de conferir uma música desse disco, “Nova casa”, garante o tecladista Mario Testoni, (foto ao lado) 61 anos.

“É bem comum encontrar adolescentes e até crianças em nosso show”, se diverte o músico sobre tocar para pessoas que nem haviam nascido quando ele entrou na banda em 1975. “Isso é muito bom para nós porque não circulamos na mídia, não aparecemos em programas de televisão. E ainda mais comparado com o cenário musical atual que tem coisas muito pobres musical e poeticamente. Um lixo cultural”.
A herança do rock passa de pai para filho e neto entre os fãs do Casa das Máquinas. E isso garante shows lotados e também estimula a banda a compor e gravar um disco. Testoni também cuida pessoalmente de relançar os discos em vinil. Mesmo com a gravadora Som Livre ter relançado em CD e demonstrar interesse em lançar o disco novo. “Está muito caro fazer vinil hoje, mas estou vendo as possibilidades. Talvez lançar uma tiragem menor”, anuncia o tecladista que já fez orçamentos e pensa em fazer pelo menos 500 copias de dois álbuns da discografia.
Testoni vive música desde pequeno. Autodidata, aos quatro anos já começava o aprendizado em casa e em seguida entrou em escola de música. Mesmo quando o Casa das Máquinas parou, ele seguiu tocando com nomes importantes da música brasileira como Rita Lee, Gilberto Gil, Caetano Veloso, entre tantos outros.
LOCAL - O Armazen Bar fica próximo ao Hospital Municipal de Maringá e Contorno Sul. A direção do bar avisa que apesar dos food trucks no evento, mantem seu cardápio com porções e tem cervejas geladas com rótulos da Ambev e da Eisenbahn. O evento abre às 16h.
CASA DAS MÁQUINAS:
Mario Tomaz (Marinho) – Bateria
Mario Testoni – Teclados
João Luiz Voice – Vocais
Marcello Schevano – Guitarra
Fabio César – Baixo
Site do Casa das Máquinas.
DISCOGRAFIA
Casa das Máquinas (1974)
Lar de Maravilhas (1975)
Casa de Rock (1976)
Ao Vivo em Santos (1978)
Pérolas (coletânea, 2000)

FESTIVAL MARINGÁ ROCK 2016
Bandas: Casa das Máquinas, Seres Inteligíveis, Stolen Byrds, Fracasoul, Dog Day, Cafedelic, Laundromaths e Conservantes.
Paralelos: Feira do Clube do Vinil de Maringá,food trucks, bazar cultural, barbearia
Local: Armazén Bar, rua Joaquim Duarte Moleirinho, 4392, em Maringá.
Horário: 16h.
Informações: (44) 9904-3031
Página do evento no Facebook .
Texto: Andye Iore / Fotos: Divulgação

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Agenda e dicas de eventos

blues mga
Maringá recebe nos dois próximos finais de semana festivais bem bacanas. O primeiro será no próximo sábado (6) com bandas de blues e rockabilly no Night Club. E no dia 13, sábado, acontece a quinta edição do Maringá Rock, no Armazem. Não tem do que reclamar!

5 de agosto, sexta - Phantom Powers, no Malvadeza Pub, em Porto Alegre (RS)
6 de agosto, sabado - Rockabilly & Blues Internacional com as bandas Amber Foxx & Bobby Cavener (EUA), Adriano Grinneberg (SP), Vasco Faé (SP) - no Night Club, em Maringá. Informações: (44) 9919-9966.
13 de agosto, sábado, a partir das 16h - festival Maringá Rock, com as bandas Casa das Máquinas, Seres Inteligíveis, Stolen Byrds, Fracasoul e Dog Day. O evento tem ainda feira do Clube do Vinil de Maringá, Food truck e Barbearia. Local: Armazen Bar, rua Joaquim Duarte Moleirinho, 4392, em Maringá.  Fone: (44) 9904-3031.
13 de agosto, sábado - Run Devil Run, no Forasteiros Bar, rua Afranio Peixoto,51, Ribeirao Pires (SP)
20 de agosto, sábado - feira de discos no Kinoarte, em Londrina.
21 de agosto, domingo - Feira de Discos de Campinas & Bazar Clube das Pin Ups, na Estação Cultura, rua dos Expedicionários, em Campinas (SP)
21 de agosto, domingo - Odio Social, rua Riachuelo, 328, São Paulo
25 de agosto, quinta-feira - Richie Ramone + Cherry Bomb, no Valentino, em Londrina
até 30 de agosto - Exposição de Xilogravuras de Klaus Koti, no Jokers, na rua São Francisco, em Curitiba